sábado, 4 de abril de 2015

DEUSAS ANTIGAS: Ostara

DEUSAS ANTIGAS: Ostara: Ostara é uma deusa anglo-saxã teutônica da mitologia nórdica e germânica, seu nome significa a
Deusa da Aurora, conhecida também como Eostre...

Essa deusa segundo sua lenda gostava de brincar com as crianças fazendo encantamentos ou cantar entretendo as crianças. Ela tinha poderes durante a primavera. Um certo dia um pássaro pousou em uma de suas mãos e logo ela encantou o pássaro transformando em um lindo lebre. Mas, com o passar dos dias as crianças perceberam que o lebre andava muito triste. Então, as pequeninas ao perceber tamanha tristeza do animal, pediram a Ostara que o transformasse outra vez em sua forma original. Ostara tentou desencantar o animal, mas não conseguiu porque no período de inverno ela não possuía tanto poder. A deusa teve que esperar a primavera chegar para que seus poderes de

O coelho e o lebre são diferentes
encantamento funcionassem outra vez. Assim que, a primavera chegou a deusa transformou o lebre em pássaro novamente. A ave ficou tão grata que  resolveu botar ovos e depois pintá-los para presentear as crianças do mundo inteiro. O lebre  era um dos animais prediletos dessa deusa, por isso, ela teve a ideia de transformar o pássaro em lebre. Também conta-se que, a deusa Ostara entalhou a figura de um lebre na lua para que todas as pessoas possam ver e refletir que 
A deusa Ostara é representada de várias maneiras
dependendo da criatividade
de cada artista
não devemos interferir no livre arbítrio de ninguém. Essa deusa é celebrada no hemisfério sul em 21 de setembro e 21 de março no hemisfério norte: ela é a deusa da primavera, da ressurreição, da beleza e da pureza. Ostara pertence ao paganismo, mas os cristianismo adaptou a lenda  dessa deusa por questões de banir as religiões dos camponeses que os achavam rudes, sem conhecimentos eruditos. Busco mesclar meus conhecimentos juntos aos que tem propriedade do assunto, essa lenda não pertence a nossa cultura brasileira, mas é necessário que as pessoas conheçam a verdadeira origem de cada coisa no mundo. Minha tarefa é divulgar o que muitos não conhece,
Ovo de avestruz decorado por
Valdélia de Barros da Rocha
Título: Ostara
sou arte-educadora e acredito no meu poder de transformar mentes brilhantes. Meu papel não é doutrinar, é mediar conhecimentos por meio da arte e da filosofia. Quem nega a origem de cada cultura são os que querem se beneficiar de delas. Não acho interessante ocultar a verdade para se tirar proveito de outros. Graças aos conhecimentos que ampliei sou uma mulher que é aberta para compreender o mundo de acordo com suas diversidades. 

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Capítulo 7 _ A arte cristã primitiva

     Após a morte de Jesus Cristo, seus discípulos passaram a divulgar seus ensinamentos. Inicialmente, essa divulgação restringiu-se à Judeia, província romana onde Jesus viveu e morreu, mas depois, a comunidade cristã começou a dispersar-se por várias regiões do Império Romano. 
      No ano de 64, no governo do imperador Nero, deu-se a primeira perseguição aos cristãos. Num espaço de 249 anos, eles foram perseguidos mais nove vezes: a última e a mais violenta dessas perseguições ocorreu entre 303 e 305, sob o governo de Diocleciano.
      

A arte das catacumbas


       Por causa dessas perseguições, os primeiros cristãos de Roma enterravam seus mortos em galerias subterrâneas, denominadas catacumbas. Dentro dessas galerias, o espaço destinado a receber o corpo das pessoas era pequeno. Os mártires, porém, eram sepultados em locais maiores, que passaram a receber em seu teto e em suas paredes laterais as primeiras manifestações da pintura cristã.


Capela grega das catacumbas de
Priscila, em Roma ( século II)
  Inicialmente, essas pinturas limitavam-se a representação dos símbolos cristãos: a cruz _ símbolo do sacrifício de Cristo; a palma _ símbolo do martírio; a âncora _ símbolo da salvação; e o peixe _ símbolo preferido dos artistas cristãos, pois as letras da palavra "peixe", em grego (ichtys), coincidiam com a letra inicial de cada uma das palavras da expressão Iesous Christus, Theou Yios, Soter , que significa "Jesus Cristo, Filho de Deus Salvador".
    Essas pituras cristãs também evoluíram e, mais tarde, começaram a aparecer cenas do Antigo e do Novo Testamento. Mas o tema predileto dos artistas cristãos era a figura de Jesus Cristo, o Redentor, representando como o Bom Pastor.
Bom Pastor, Pintura mural das catacumbas de Priscila, em Roma (século II)
       É importante notar que essa arte cristã primitiva não era executada por grandes artistas, mas por homens do povo, convertidos à nova religião. Daí sua forma rude, às vezes grosseira, mas, sobretudo, muito simples.
               
Pintura mural das
catacumbas de
São Calixto,  em
Roma (século II).


A arte do cristianismo oficial
           

      As perseguições aos cristãos foram aos poucos diminuindo até que, em 313, o Imperador Constantino permitiu que o cristianismo fosse livremente professado e converteu-se à religião cristã. Sem as restrições do governo de Roma, o cristianismo expandiu-se muito, principalmente nas cidades, e, em 391, o Imperador Teodósio oficializou-o como a religião do império.
              Começaram a surgir então os primeiros templos cristãos. Externamente, esses templos mantiveram as características da construção romana destinada à administração da justiça e chegaram mesmo a conservar o seu nome _ basílica. Já internamente, como era muito grande o número de pessoas convertidas à nova religião, os construtores procuraram construir criar espaços amplos e ornamentar as paredes com pinturas e mosaicos que ensinavam os mistérios da fé aos novos cristãos e contribuíram para o aprimoramento de sua espiritualidade. Além disso, o espaço interno foi organizado de acordo com as exigências do culto.
     
Basílica de Santa Sabina, em Roma (422-432)
       A basílica de Santa Sabina , construída em Roma entre 422 e 432, por exemplo, apresenta uma nave central ampla, pois aí ficavam os fiéis durante as cerimônias religiosas. Esse espaço é limitado nas laterais por uma sequência de colunas com capitel coríntio, combinadas com belos arcos romanos. A nave central termina num arco, chamado arco triunfal , e é isolada do altar-mor por uma abside, recinto semicircular situado na extremidade do templo. Tanto o arco triunfal como o teto da abside foram recobertos com pinturas retratando personagens e cenas da história cristã.


O cristianismo e a arte

   Toda essa arte cristã primitiva, primeiramente tosca e simples nas catacumbas e depois mais rica e amadurecida nas primeiras basílicas, prenuncia as mudanças que marcarão uma nova época na história da humanidade.
    Como vimos, a arte cristã que surge nas catacumbas em Roma não é feita pelos grandes artistas romanos, mas por simples artesãos. Por isso, não tem as mesmas qualidades estéticas da arte pagã. Mas as pinturas das catacumbas já são indicadoras do comprometimento entre a arte e a doutrina cristã, que será cada vez maior e se firmará na Idade Média. 

(Maria das Graças Vieira Proença dos Santos _ História da Arte)





A arte de pensar por meio da Arte

Quem pesquisa, ler e estuda tem a capacidade de se libertar das amarras da ignorância, conhecendo a fundo o enredo e tramas das histórias mais remotas ao seu tempo em que vive. Este belíssimo
texto da Graça Proença é bem interessante porque narra como surgiu o cristianismo e sua arte, mas também detalha os significados de cada simbolismo cristão e as inicias do nome de Jesus Cristo. Mas, o que é mais interessante é que isso favorece um conhecimento onde não é explicado em igreja nenhuma, até porquê a igreja não tem interesse em ensinar, seu papel é doutrinar e manter seus fiéis a não saber disso. Gosto muito de mostrar esse texto da autora Graça Proença em minhas aulas de Arte. Pois os alunos acham muito interessante porque eles ganham informações que jamais iriam aprender com seus pais ou na rua. É muito bom formar pensadores, o papel do professor é mediar provocando um senso crítico construtivo, mas muitas vezes há um certo desconforto que desloca o educando do seu nível cômodo para um método investigativo, aquele que faz pensar filosoficamente sobre as coisas que o rodeia. Portanto, ensinar Arte é ensinar a pensar. 



   

domingo, 29 de março de 2015

PENSAVA QUE NÃO HAVIA PRODUZIDO QUASE NADA..

Pensava que não havia produzido quase nada em minha vida, mas hoje me bateu uma inspiração imensa de lembrar a mim e registrar
Minhas obras na parte superior e abaixo estão as dos meus alunos
para o mundo inteiro que fiz e ainda continuo fazendo muito, ensinar arte e os conhecimentos científicos por meio dela. Ser arte-educadora é uma tarefa de muita responsabilidade, mas que compensa trazendo-me a fruição, a satisfação de ter contribuído com algo que
Título: Encanto
Valdélia de Barros da Rocha
sensibiliza e transforma o ser humano, à ARTE. Me lembrei que já fiz muitas coisas boas: plantar nos canteiros desertos da rua Assis Chateaubriand da minha cidade Nova Cruz/RN _ Brasil, onde moro. Pensava que não havia feito quase nada mesmo, concebi um filho maravilhoso cujo nome Semaarcoyres de Barros da Rocha, me inspirei no fenômeno natural da decomposição da luz solar o arco-íris. O nome dele é muito especial representa a natureza de modo geral: os quatro elementos da natureza e também o simbolismo que erradica o preconceito tão enraizado nos "conservadores da moral". Já, já vou ser avó, ganharei meu primeiro neto de nome Tales em homenagem ao primeiro filósofo do ocidente, Tales de Mileto. Percebi também que, tudo que produzo há significados e sentidos, não faço nada aleatória, tudo é bem intencionado e equilibrado com o racional e o emocional. Amo ensinar, amo sorrir, amo fazer os outros sorrir, amo os animais e a natureza de modo geral, amo minha família que constituí, amo minha família da qual fui concebida. Sou um ser humano que além de amar sou errante, mas procuro sempre concertar o que percebo que esteja errado. Repudio preconceitos de qualquer gênero sobretudo o étnico, por isso, estou fazendo uma pós-graduação em HISTÓRIA _ CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA,
Título: Beleza Afro-Brasileira
Valdélia de Barros da Rocha
curso que nos ensina  erradicar as ignorâncias de não aceitar o outro por ser de outra etnia, principalmente os negros que foram escravizados no Brasil e em outros países que cometeram os mesmos absurdos contra seres humanos tão racionais quanto os demais da humanidade. Penso e sonho com um mundo melhor, mas só o conhecimento nos pode favorecer para tal finalidade. Busco o conhecimento a todo momento porque é por meio dele que nasce novos pensadores e bem-feitores. O que falta ainda para eu realizar em minha vida? Bom, falta eu escrever um belo livro chamado Gimnofobia, não irei entrar em detalhes porque quero deixá-lo para surpresa, pois não terá graça falar sobre ele agora. Quero conhecer meu país, quero conhecer as pirâmides egípcias, o teto da capela Sistina pintada pelo grande gênio da dignidade do ser humano Michelangelo Buonarroti, essa seria meu maior triunfo, mas sou muito modesta, não possuo uma renda proporcional aos meus desejos, mas acredito que conseguirei porque minha autoestima é elevadíssima. Dou graças as asas de
O DICIONÁRIO
Meu velho amigo, minha velha wikkipedia
onde encontrei a palavra Gimnofobia
para escrever o que quero falar.
papel, foi onde consegui e ainda consigo voar para conhecer a vastidão do mundo inteiro, mas preciso de detalhes de alguns que tenho mais vontade de conhecer. As asas de papel as quais refiro são as páginas dos bons livros que já li, conheço o mundo apenas por meio delas. O que eu quero é experimentar o voo de verdade que nunca fiz para poder completar minha feitorias. Já tenho 50 anos de idade, nasci em 12 de outubro de 1964, quero aproveitar mais meio século de vida com sabedoria vivenciando, experimentando o que ainda não experimentei que é viajar muito, mas tudo dependerá da natureza, ninguém sabe mais que ela ao nosso respeito. Leciono Arte na Escola Estadual Rosa Pignataro há 14 anos, mas tenho mais 10 anos que lecionei em outras instituições que somando são 24 anos
O fazer artístico produzido em minhas oficinas de arte
Obra do meu maravilhoso ex-aluno João Campos
Atualmente cursando comigo, especialiação
em História _ Cultura Afro-brasileira e Africana
de carreira profissional e para o próximo ano completarei 25 anos de carreira onde terei o mérito de ser aposentada e quero realizar o desejo de voar ou navegar o mundo inteiro porque terei tempo para isso, acredito. Sou artista plástica, não sou famosa porque moro numa cidade do interior onde não "vale nada", pois às pessoas da minha cidade só gostam do que está na mídia ou de quem chega de fora, por exemplo, alguém que tenha saído da cidade e quando volta, vem com sucesso, então é respeitado e valorizado, infelizmente é assim. Compreendo a tamanha falta de conhecimento sobre arte, fico meio triste, mas sei que eles nunca tiveram professores de arte que os ensinassem História da Arte e o
que é Arte. Tenho dois vínculos no estado me aposentarei do mais velho e ainda ficarei no segundo contribuído para que nossos jovens sejam cultos e sensíveis ao perceber o mundo com um olhar perspicaz. Sim, ressalto que casei em 1998 aos 23 anos com o escultor Sebastião Rocha o qual amo muito por ser meu eterno cúmplice.  Portanto, pensava que não havia produzido quase nada, mas vou continuar produzindo mais para possa me eternizar por méritos dos meus feitos. Meu muito obrigada a todos que ler ou comentarem.
Imagem sacra da Umbanda _ Maria Sete Catacumbas
para o Templo Terreirão  Pajé das Curas
Babalorixá Ubiratan de Oxóssi
Escultor _ Sebastião Olímpio da Rocha

sexta-feira, 6 de março de 2015

A ARTE DE REFORÇAR NOSSA PERSONALIDADE

De modo geral, a arte é o carro chefe de tudo que construímos na nossa vida. Qualquer coisa que criamos temos o aval da arte como
nossa maior aliada, nossa maior cúmplice. Percebemos que, a arte nos permite reforçar também nossa personalidade, se tem uma coisa que observo em mim e nas demais pessoas é o ato de nos vestirmos de tal forma demonstrando um pouco de nossa personalidade. Há pessoas que não tem estilo próprio, às vezes, revela-se uma pessoa convencional ou também demonstra-se uma pessoa manipulável, onde ela é de fácil convencionalismo que segue padrões da moda e também não consegue se impor a determinadas situações. Quem tem personalidade forte é determinado não segue padrões de moda nenhuma, cria seu próprio estilo. Seguir padrões de estilos de qualquer meio, moda ou outra coisa não é algo interessante, quem segue está sendo homogêneo desqualificando seu modo de ser, o que realmente somos. A mídia nos impõe uma obediência, mas só a segue quem realmente possui uma personalidade firme. Até mesmo
um tecido que está no auge todo mundo se sacrifica para possuí-lo, mas esquece que ele é efêmero, a moda passa; e logo quem comprou tal peça não o usa mais porque seu apogeu já ficou ultrapassado. Pois bem, sou diferente, aquilo que ninguém está usando é chamado de estilo, ele reforça nassa personalidade por meio da arte, deixando-nos com a personalidade muito mais marcante. Há peças de roupas guardadas que fizeram parte de uma determina época e foram esquecidas por não estarem mais no esquadrão da moda. Mas é bom sabermos que a moda volta é igual a onda do mar. Quem tem personalidade firme não liga para certas bobagens e faz sua própria moda estilizando-se dando um perfil para sua personalidade com ajuda da arte. Não consigo vestir uma calça se visto é uma vez
outra, gosto mais de usar vestidos, pois, esses já me definem como uma pessoa de personalidade firme e sensual. A arte é minha aliada para criar meu perfil e reforçar minha personalidade. Acredito que, todo mundo tem um gosto diferenciado e isso é o que acho bonito e interessante. É o diferente que faz a diferença e não a homogeneidade. Gosto de fazer meu estilo e não seguir estilo de outrem, para mim, isso é ser mais UMA MARIA VAI COM AS OUTRAS. A nossa autenticidade começa aonde pensamos que não tem nada a ver com nossa personalidade. Sou artista plástica, é claro que isso reforça ainda mais minha personalidade. Alguém do senso comum ou quem não me conhece pode até me achar careta por eu combinar minhas peças de roupas com meus acessórios, não dou bolas para essas hipocrisias; só quero deixar explícito que, brega é quem segue moda. Ninguém me criticou, mas ouço pessoas criticando outras pelo modo de se vestir. Muitas modinhas que existem hoje na nossa
contemporaneidade é muito brega e as pessoas a acham o máximo. Pense numa moda que não aprovei  e acho muito brega, vestir uma estampa com outra diferente, deixar as alças do sutiã aparecerem, pintar as unhas dos pés diferente das mãos. Quando estou com preguiça pinto unhas de pés e mãos da mesma cor, acho muito mais bonito e principalmente prático. Quando eu era adolescente eu sempre gostei de criar, inventar; muito antes surgir a moda de decorar unhas eu já havia feito isso em épocas que não estava na moda. Já decorei minhas com aranhas desenhadas por mim, mas já não estou fazendo mais porque todo mundo só pinta as unhas assim. Portanto, gosto sempre de fazer oposto porque é para mim uma logomarca para minha personalidade. 
 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

LIBERDADE DE EXPRESSÃO É A ARTE DE FALARMOS O QUE PENSAMOS E SENTIMOS

A liberdade de expressão ainda não conseguiu ter sua própria liberdade  em pleno século XXI, ou em séculos e séculos porque há
outros países que possuem datas mais remotas. Infelizmente parece que estamos retrocedendo com as intolerâncias das religiões que sempre impõe suas doutrinas. Se fala de amor, mas que amor é esse se não sabem relevar as críticas de artistas pensadores? Ás vezes, queremos difundir o conhecimento por meio da ARTE, mas é acender uma fogueira medieval ou muito mais pior que isso. Quantas guerras são causadas pelas religiões! Devemos nos expressar sim, pois o mundo está necessitando de muitos pensadores. Os pensadores são filósofos, artistas, e esses se expressam de forma subjetiva ou objetiva expondo o pensamento
de forma visível para que possa atingir um público culto ou laico. Ousar na arte de se expressar é muito difícil porque muitos não estão evoluídos para compreender o que o artista quer expressar e ajudar ao senso comum pelo menos a refletir. Os intelectuais refletem e refratam o pensamento fazendo uma mesclagem de ideias e, para depois selecioná-las ou combiná-las. Ser artista é filosofar idéias que muitos não conseguem enxergar. Pois só a ARTE é capaz de TRANSCENDER. A liberdade de expressão é a ARTE de falarmos o que pensamos e sentimos por meio dela. A arte é maravilhosa por
fazer-se um veículo de ideias que incomoda aos que estão acostumados a não refletir seus conceitos como seres humanos. Portanto, sinto muito por estarmos num mundo muito arcaico, parecendo que nunca iremos evoluir como seres verdadeiramente racionais. são tantas culturas, cada qual com suas crenças religiosas onde a maioria dos seres humanos se refugiam por temer qualquer coisa na sua vida natural ou mortal. Nós que não temos religião nenhuma, não brigamos por outra vida a não ser vivermos naturalmente como qualquer outro ser vivo. Somos felizes por sabermos que somos puramente natureza, não necessitamos de
brigarmos por nada que nos torne superior ao nosso semelhante, apenas queremos que o Universo viva eternamente feliz e nosso planeta Terra  perdure eternamente. Mas sabemos conscientemente que nosso planeta é muito pequeno, não passa de mais um no UNIVERSO e, que todos os dias há uma guerra espacial de meteoros, meteoritos e dentre outros cruzando nossa Terra causando-nos sustos pavorosos, porque isso faz parte do enredo da origem do Universo _ o BURACO NEGRO. A ciência tem humildade para qualquer negação da negação, mas a religião não. A liberdade de expressão deve ser respeitada porque o universo é muito grande, acomoda
quem crer e quem não crer em deus,deuses, deusa ou deusas. Só não devemos entrar em confrontos avassaladores onde destrói toda a inteligência humana. Creio no ser humano que queima seus neurônios pesquisando e experimentando coisas interessantes para ajudar a humanidade em suas limitações, esses são meus queridos cientistas que trabalham em laboratórios sendo também as cobaias principais.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

O artista Sebastião Rocha e suas réplicas de imagens afro-brasileiras


Sebastião Olímpio da Rocha nasceu em 1968, filho de Maria Francisca da Rocha e seu pai Manoel Olímpio da Rocha. Seu era pedreiro e com o passar dos anos tornou-se escultor autodidata, o mesmo aconteceu com seu filho o qual já mencionei. Sebastião Rocha é o seu nome artístico o qual escolheu para definir sua força de expressão. Sua criação artística surgiu a partir do seu cliente muito especial o Sr. Ubiratã de Oxossi que desafiou a sensibilidade artística desse artista, fazendo com que ele despertar-se seu talento na arte de modelar o cimento e o ferro dando formas as imagens sacras afro-brasileiras. Não é nada fácil para fazer porque além do mais, a maioria são réplicas de estatuetas em gesso e produzida em fôrmas que rapidamente podem ser feitas em série, enquanto suas obras são em tamanho natural levando tempo para ser construídas é também de difícil manejo no momento em que estão sendo modeladas. Além disso, fazer réplicas de imagens é muito complexa por se tratar de cópia fiel. Quando o artista faz sua criação é sua liberdade de expressão, seus sentimentos sem limites, mas quando é algo para satisfazer o desejo do cliente do artista é muito desafiador. Muitas vezes digo que o artista é o que cria, mas não é generalizando, é no sentido de muitas pessoas não saber distinguir o que é obra de arte e o que não é obra de arte,  por exemplo, coisas de utilidades imediatas e que funcionam para facilitar o nosso dia a dia. Uma obra de arte requer interpretação subjetiva, cada observador faz sua leitura sobre ela. O caso das esculturas de Sebastião Rocha é especial porque elas são réplicas de estatuetas que representam as entidades afro-brasileiras, então elas tem um sentido místico para seu cliente e devem ser concebidas de acordo com seu desejo. Essas imagens são paro o Templo Caboclo de Oxossi que localiza-se no sítio Tanque de Santo Antonio _ Rio Grande do Norte. Sebastião Rocha faz esculturas também independentes onde expressa sua liberdade de expressão. As imagens sacras afro-brasileiras que o artista está realizando são da religião Umbanda, uma religião muito eclética em seu espiritualismo. Sebastião Rocha sofreu um acidente em 24 de fevereiro em 2009, ao passar dos anos ficou muito tenso e também poder mais exercer sua função militar como policial, ficou sequelas no pé esquerdo e também na perna esquerda tal caso o impossibilitou de trabalhar, mas também ficou triste por passar muitos anos ocioso sem poder realizar nenhuma atividade que superasse seu desgosto. Ele já havia feito obras de esculturas em relevo para o 8º Batalhão de Nova Cruz/RN e também fez esculturas para colocar na capela Lar de Maria/RN. Mas graças a sua arte ele vem se superando e realizando belas obras e com muito jeito para não machucar-se fisicamente. Segundo Arthur Schopenhauer " A vida é uma bosta, tudo é tédio ou sofrimento só a arte salva essa porra." Portanto, essa é a primeira postagem que falo sobre esse artista maravilhoso que além de tudo meu esposo e pai de Semaarcoyres de Barros da Rocha meu filho que, brevemente nos dará um neto ou neta, sua esposa chama-se Shirley Silva. Eu Valdélia de Barros da Rocha e Sebastião somos dois artistas que não concebemos apenas obras artísticas, mas obra natural por exemplo, nosso filho e a partir dele seu filho ou filha. 




























terça-feira, 23 de dezembro de 2014

ORIGEM DA RELIGIÃO JUREMA

"Culto difundido no nordeste do Brasil, tem forte relação com o consumo da planta do mesmo nome por grupos indígenas. Atualmente recebe influência de diversas manifestações religiosas,
Jurema-preta
como o catolicismo, religiões nativas e africanas. O culto tem origem na veneração de potiguares e tabajaras pela árvore, da qual se fazia uma bebida ritualística.Com a chegada de grupos africanos, houve uma troca de conhecimentos e de tradições religiosas relacionadas à natureza. Há duas grandes linhas de trabalho da Jurema: a dos mestres, ligada ao culto dos mortos e das divindades da natureza: e a dos encantados, ligada a invocação dos antigos pajés." 
        
                                                   Revista de História da Biblioteca Nacional
  
Devemos ter a arte de conhecer a origem das coisas para poder sabermos a mesclagem intrincada na História da humanidade. Muitas vezes ficamos criticando determinadas culturas por não sabermos quantas influências ela absorveu, como é o caso das
Jurema-preta
religiões afro-brasileiras que houve uma troca de conhecimentos: costumes, crenças religiosas, arte culinária a cura através das plantas e etc.. Sabemos que, as religiões afro-brasileiras são muito ligadas à natureza e associada aos deuses que cada cultura  acredita na sua existência. Penso que, essas religiões são muito mais vivas por demonstrarem amor à natureza. Embora ainda haja sacrifícios de animais, mas por acreditarem que seus deuses ficam gratos por tais oferendas. Acredito que essa religiões afro-brasileiras são muito mais fiéis aos seus deuses por manifestarem-se com entusiasmo nos seus rituais. Seus deuses estão intimamente ligados à natureza. Outra coisa interessante é o animismo que essas crenças religiosas dão as coisas da natureza e até mesmo a objetos. É maravilhoso essa mistura de culturas onde desperta curiosidades e espantos aos que não conhecem sua verdadeira história. Aqui em Nova Cruz cidade do Rio Grande do Norte há pontos da Jurema e também da Umbanda onde o seu zelador de santo é o magnífico índio Ubiratan
Pajé Ubiratan de Oxossi
de Oxossi (Ubiratã). Muitas pessoas aqui por preconceito desconhecem o Sr. Ubiratã de Oxossi, não sabem elas que estamos recheados de culturas riquíssimas para conhecermos o passado do nosso país. Estou maravilhada por ter conhecido o templo Caboclo de Oxossi, onde tive observando o sincretismo dessa religião. Além do mais o Sr. Ubiratan de Oxossi é um índio muito eclético e  aberto para demais conhecimentos. Ele é um grande conhecedor de plantas medicinais, atualmente ele é consagrado pajé por tamanho conhecimento sobre as ervas medicinais. Portanto, citei o Sr. Ubiratã de Oxossi nesse tema para divulgar que minha cidade Nova Cruz tem Cultura e também ressaltar a origem da Jurema religião e a Umbanda que é muito eclética incluindo três religiões de etnias distintas: indígena, europeia e africana. Não citei a religião Candomblé detalhadamente, mas falei sobre a ligação com as forças da natureza, oferendas e animismo que também é de sua característica e muito mais próxima dos cultos ritualísticos da África.

domingo, 30 de novembro de 2014

Educando e conscientizando por meio da Arte e Filosofia

Vejo que, só a Educação, Arte e Filosofia podem transformar um mundo melhor sem  pré-conceitos (preconceitos) que marginalizam tanto as etnias e grupos sociais, etc.. Dia 29 de dezembro de 2014, fiz uma performance com letras musicais da religião Umbanda para mostrar para as pessoas que nossa cultura precisa ser mostrada e valorizada por meio da educação e arte, para conscientizar as pessoas de que o Brasil é um país de etnia híbrida, e nela está as crenças religiosas que foram abafadas pelos donos do poderio dos séculos XVII e ainda até os dias atuais onde pessoas com interesses comerciais tentam impor suas crenças em aldeias indígenas e também abafar as religiões afro-brasileiras. Os indígenas ainda sofrem abusos de evangélicos querendo impor sua crença religiosa aos índios, coisa que não deveria acontecer mais. Deixem os índios cultuarem o Deus Tupã, esse é associado a natureza! Não generalizando, mas há muitas igrejas evangélicas que depreciam as entidades afro-brasileiras e as pessoas que as cultuam. É um equívoco absurdo acontecer isso na nossa contemporaneidade. Basta o que os jesuítas fizeram! Estragaram a memória religiosa dos indígenas e dos negros também. Se as pessoas estudassem e soubessem bem do enredo da história do poder para dominar o outro jamais iriam valorizar tanto o eurocentrismo principalmente quando se trata do período medieval que se perpetuou sutilmente aqui no Brasil para que ninguém percebesse. Mas, há muitos intelectuais de boa fé que buscam resgatar e valorizar as raízes do nosso país. Portanto, estou fazendo uma especialização cujo curso é História _ Cultura Africana e Afro-brasileira que fortalecerá ainda mais meu interesse em resgatar nossas raízes e também erradicar preconceitos que afetam as etnias de povos que contribuíram com nossa formação cultural de modo geral. Salve tupã! Axé! Saravá!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

GENTE GENUINAMENTE BRASILEIRA

Domingo dia 9 de novembro tive a honra de conhecer uma aldeia indígena, cujo nome Borel e os índios habitantes da mesma são
Estou sentada com o cocá do meu amigo índio
Júnior da Mestra Paulina
e ao lado uma amiga índia.
denominados de Potiguara. Fico imaginando quantos  brasileiros não sabem nada sobre o índio contemporâneo, pensam que ainda eles vivem nus e moram em ocas. Ao ser convidada pelo senhor índio e zelador de santo da umbanda do templo Caboclo de Oxossi pude ter o prazer de participar de um ritual do toré como também aprender a conhecer melhor pessoas tão brasilianas ou brasileiras como pronuncia-se atualmente. Nossa! Como é bom sair daquelas velhas estórias narradas por autores de livros tendenciosos que puxam o saco do europeu, que intencionalmente influenciou nossa gente genuinamente brasileira, pondo valores culturais estrangeiros que nunca mais sairá do meio dessa gente tão dignas de respeito a sua identidade étnica e cultura. O povo indígena sempre foi muito receptivos, por essa razão, é testemunha essa prática basta-nos visitá-los para constatar sua gentileza. Estou muito feliz por está agora em contato com pessoas tão verdadeiramente brasileiras. As pessoas e meus alunos perguntam coisas, por exemplo, se o índio vive nu, se come carne crua, coisas desse gênero por ter tido apenas acesso a velha e coroca literatura ocidentalizada. Então, digo a
O delicioso café da índia Geralda _ seu maravilhoso café que
tomei com beiju de mandioca mole.
Hummmm que delícia saboreei!
todos que me perguntam essas coisas tão ultrapassadas que, assim como, os índios foram violentados culturalmente e sexualmente, vivem vestidos, não moram mais em ocas, são atualizados nas tecnologias contemporâneas, possui seu carro, sua moto se alimentam como nós que muitas vezes se achamos muito "importantes". E é louvável o índio evoluir igualmente as demais etnias, porque eles foram influenciados pela cultura europeia e a qual eles ainda tem muito apreço, basta-nos vê-los falando em seus rituais ao Deus Tupã, que primeiramente falam no deus do cristianismo o qual foi forçosamente aprendido  pela catequese do padres jesuítas. Não só o negro fez e faz o sincretismo em suas crenças, mas os índios tolerantes aos absurdos eurocêntrico também fez e faz o sincretismo religioso com a religião cristã. Vejo que essa gente é muito mais que tolerantes, ela é de vanguarda porque aceitou algo que não é seu. Na verdade, com toda a sabedoria que os índio possuem além do amor a MÃE TERRA, acredito que os jovens índios devem estudar para resgatar seus valores culturais sobretudo sua religião que cultua o deus da raiz, da casca, da folha, da chuva. Mas que seja isso feito para que sua
Eu de blusa vermelha com pintura corporal no ritual do Toré _
invocando a deus Tupã a chuva. Estava dançando em circulo
com os demais indígenas e pessoas convidadas
pelo Sr. Ubiratan de Oxossi (índio que coordenou o Toré ).

cultura não morra no esquecimento, pois o homem branco ( europeu ) já estragou muito parte de sua cultura, principalmente na religião onde é tido a natureza como deusa viva e muito respeitada. Ouvi o cacique Francisco falando sobre que já pensava a respeito disso que já falei. Então ressaltei para que saibam o que ele falou é sabiamente bem pensado, e concordo plenamente com ele. Os nomes dos índios também foi outra grave influência que antes eram nomes relacionados a natureza, por exemplo, Jurema, Ubiratan nome que significa o nome da árvore pau-ferro e dentre outros. Seus nomes, por exemplo, Francisco, Maria, Geralda, Tiago e etc. são nomes dados ao índios no perídio ao qual os europeus invadiram o Brasil e colocaram nomes que não

tinha nada a ver com a cultura indígena. Os índios valorizavam a natureza, até seus nomes eram referente a plantas e seu deus Tupã. Que os jovens índios estudem e busquem aprender a resgatar sua cultura sem deixar de buscar o conhecimento científico, pois esse, é muito espinhoso, mas pode-se somar aos que já sabem. Portanto, tenho muito orgulho de ter amigos indígenas, espero contribuir por meio de minha amizade fortalecer sua sabedoria para que não esqueçam sua identidade cultural.  

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

AS ERVAS DAS SÁBIAS MULHERES

Plantas de poderes mágicos e que até hoje são utilizadas como curativas, seus benefícios podem ser benéficos ou maléficos: elas são ingredientes tanto para cura quanto para porções mágicas. As
mulheres camponesas eram grande conhecedoras de ervas, por essa
razão, na Idade Média elas foram perseguidas pela Igreja Católica foram julgadas pelo tribunal da Inquisição sendo primeiro torturadas e
depois queimadas nas fogueiras da Inquisição. Essas mulheres foram chamadas de bruxas porque acreditavam que elas tinham o poder de se transformar em qualquer animal, plantas ou ficar invisíveis. Suas ervas também tinha poderes mágicos, por exemplo, a arruda, mandrágora, cicuta, verbena, batata, beladona, rosa, sabugueiro, cavalinha e dentre outras eram muito utilizadas pelas camponesas medievais. 
Belladona Lineo
Se a mandrágora acendia a chama dos amantes, essa planta era usada para acalmar os ânimos. Quem a tomasse algumas gotas da tintura, preparada com a erva macerada e álcool, caía em sono profundo. Suas folhas secas, misturadas ao açafrão e a cânfora formavam um pó mágico para afugentar os inimigos. Suas propriedades já eram conhecidas pelos romanos que, com o suco de seus frutos, dilatavam as pupilas para realçar sua beleza. Por isso, passou a ser chamada de "belladonna", que quer dizer "mulher bonita" em italiano. (Revista dos Curiosos)


A batata pode parece ser um legume comum, mas era de extrema importância durante a Inquisição, a época de caça às bruxas (século XVI), que usavam-na para curar uma das suas marcas registradas: as verrugas. Elas as esfregavam o tubérculo sobre a saliência e deixavam a batata do lado de fora da casa. À medida que ela apodrecia, as marcas iam desaparecendo. (Revista dos Curiosos)



A arruda seu nome científico é Ruta graveolens, vem do grego recuo, que significa "libertar". Assim, na Antiguidade, as pessoas acreditavam que ela tinha capacidade de livrar o amaldiçoado das bruxarias. Na Idade Média, além de ser considerada um ótimo antídoto contra feitiços, ela também tinha o poder de aguçar a intuição.




A verbena é uma planta que as bruxas bebiam o chá de suas folhas e flores para aumentar a resistência de seus corpos contra a tortura e agonia das tão temidas fogueiras. A crença não era sem fundamento, pois hoje a verbena é reconhecida com analgésico.


Enfim, todas as ervas possuem substâncias curativas e fatais. As sábias mulheres camponesas tinham muita propriedade referente ao assunto. Hoje utilizamos os chás que continuam nos fazendo muito bem, eles nos beneficiam melhor do que as medicações alopáticas que, ao invés de nos fazer bem podem nos trazer sérios prejuízos a nossa saúde. As ervas curam, mas devemos nos lembrar que, os medicamentos são produzidos das plantas, porém eles são eficazes com muita rapidez. Quando queremos nos livrar rápido de uma dor de cabeça tomamos uma drágea feita da planta ana-dor que é também analgésica. Existem infinidades de analgésicos feitos de plantas, mas o chá é bem mais indicado para nossa saúde, embora de eficácia lenta e, o melhor é que cura.

POR QUE O SÍMBOLO É A ABÓBORA?

O costume de fazer lanternas de abóboras vem de uma lenda celta. Um trapaceiro chamado Jack teria convencido o diabo a pegar uma fruta em uma árvore. Depois disso, desenhou uma cruz no tronco 
para que ele não pudesse descer e aproveitou a 

situação para fazer o


chifrudo prometer que não o incomodaria para o resto da vida. Jack morreu e foi barrado tanto no céu quanto no inferno. Sua alma foi condenada a vagar na e escuridão para sempre. O coisa-ruim lhe deu uma brasa para iluminar o caminho e ele a colocou dentro de um nabo oco, para que durasse mais. Por isso, o personagem é chamado de Jack-o-lanterna, ou  "Jack da lanterna" . Na Irlanda e na Escócia, as pessoas faziam suas luminárias usando nabos e batatas: desenhavam caras assustadoras para espantar Jack e outros espíritos. Na Inglaterra, usavam-se beterrabas. Quando os imigrantes desses países chegaram aos Estados Unidos, encontraram a abóbora, muito mais numerosa.


REVISTA DOS CURIOSOS