sexta-feira, 31 de outubro de 2014

AS ERVAS DAS SÁBIAS MULHERES

Plantas de poderes mágicos e que até hoje são utilizadas como curativas, seus benefícios podem ser benéficos ou maléficos: elas são ingredientes tanto para cura quanto para porções mágicas. As
mulheres camponesas eram grande conhecedoras de ervas, por essa
razão, na Idade Média elas foram perseguidas pela Igreja Católica foram julgadas pelo tribunal da Inquisição sendo primeiro torturadas e
depois queimadas nas fogueiras da Inquisição. Essas mulheres foram chamadas de bruxas porque acreditavam que elas tinham o poder de se transformar em qualquer animal, plantas ou ficar invisíveis. Suas ervas também tinha poderes mágicos, por exemplo, a arruda, mandrágora, cicuta, verbena, batata, beladona, rosa, sabugueiro, cavalinha e dentre outras eram muito utilizadas pelas camponesas medievais. 
Belladona Lineo
Se a mandrágora acendia a chama dos amantes, essa planta era usada para acalmar os ânimos. Quem a tomasse algumas gotas da tintura, preparada com a erva macerada e álcool, caía em sono profundo. Suas folhas secas, misturadas ao açafrão e a cânfora formavam um pó mágico para afugentar os inimigos. Suas propriedades já eram conhecidas pelos romanos que, com o suco de seus frutos, dilatavam as pupilas para realçar sua beleza. Por isso, passou a ser chamada de "belladonna", que quer dizer "mulher bonita" em italiano. (Revista dos Curiosos)


A batata pode parece ser um legume comum, mas era de extrema importância durante a Inquisição, a época de caça às bruxas (século XVI), que usavam-na para curar uma das suas marcas registradas: as verrugas. Elas as esfregavam o tubérculo sobre a saliência e deixavam a batata do lado de fora da casa. À medida que ela apodrecia, as marcas iam desaparecendo. (Revista dos Curiosos)



A arruda seu nome científico é Ruta graveolens, vem do grego recuo, que significa "libertar". Assim, na Antiguidade, as pessoas acreditavam que ela tinha capacidade de livrar o amaldiçoado das bruxarias. Na Idade Média, além de ser considerada um ótimo antídoto contra feitiços, ela também tinha o poder de aguçar a intuição.




A verbena é uma planta que as bruxas bebiam o chá de suas folhas e flores para aumentar a resistência de seus corpos contra a tortura e agonia das tão temidas fogueiras. A crença não era sem fundamento, pois hoje a verbena é reconhecida com analgésico.


Enfim, todas as ervas possuem substâncias curativas e fatais. As sábias mulheres camponesas tinham muita propriedade referente ao assunto. Hoje utilizamos os chás que continuam nos fazendo muito bem, eles nos beneficiam melhor do que as medicações alopáticas que, ao invés de nos fazer bem podem nos trazer sérios prejuízos a nossa saúde. As ervas curam, mas devemos nos lembrar que, os medicamentos são produzidos das plantas, porém eles são eficazes com muita rapidez. Quando queremos nos livrar rápido de uma dor de cabeça tomamos uma drágea feita da planta ana-dor que é também analgésica. Existem infinidades de analgésicos feitos de plantas, mas o chá é bem mais indicado para nossa saúde, embora de eficácia lenta e, o melhor é que cura.

POR QUE O SÍMBOLO É A ABÓBORA?

O costume de fazer lanternas de abóboras vem de uma lenda celta. Um trapaceiro chamado Jack teria convencido o diabo a pegar uma fruta em uma árvore. Depois disso, desenhou uma cruz no tronco 
para que ele não pudesse descer e aproveitou a 

situação para fazer o


chifrudo prometer que não o incomodaria para o resto da vida. Jack morreu e foi barrado tanto no céu quanto no inferno. Sua alma foi condenada a vagar na e escuridão para sempre. O coisa-ruim lhe deu uma brasa para iluminar o caminho e ele a colocou dentro de um nabo oco, para que durasse mais. Por isso, o personagem é chamado de Jack-o-lanterna, ou  "Jack da lanterna" . Na Irlanda e na Escócia, as pessoas faziam suas luminárias usando nabos e batatas: desenhavam caras assustadoras para espantar Jack e outros espíritos. Na Inglaterra, usavam-se beterrabas. Quando os imigrantes desses países chegaram aos Estados Unidos, encontraram a abóbora, muito mais numerosa.


REVISTA DOS CURIOSOS

sábado, 25 de outubro de 2014

QUE O MUNDO SE APAIXONE POR MIM, PORQUE JÁ SOU APAIXONADA PELO MUNDO!

Não sei porque há tantas pessoas que criticam o mundo e, sempre pensam num fim para ele. Deveriam pensar em melhorar o modo de pensara para dar continuidade a ele. Em pleno século XXI, ainda há pessoas com pensamentos medievais. Até a própria dominadora religião católica já está revendo seus conceitos para não ficar para trás, já está aceitando a teoria do BIG BANG que já está também ultrapassado, porque já existem outras e não vou me estender nesse assunto porque não sou uma cientista versada no assunto. Mas quero afirmar que odeio quando ouço pessoas ignorantes falarem sobre o fim do mundo. Muitas dessas pessoas não querem pensar sobre algo melhor para o mundo, logo pensam num fim drástico; quem pensa assim, é meramente egoísta, não está pensado nas futuras gerações repletas da natureza e seres humanos e até melhor que a geração presente. É tão magnífico olharmos a nossa volta à natureza com tudo que há nela, inclusive nós os racionais. São lindas as religiões que propagam o ciclo da vida, por exemplo, a Wicca e dentre outras. Todos os dias nosso planeta Terra e dentre outros que estão no universo correm risco de morte porque há uma constante "guerra" entre os corpos celestes cruzando-se a vida inteira. Sabem, o senso comum por não conhecer o conhecimento científico, intuitivamente inventam suas
teorias para coincidir com o racional. Pois, sou apaixonada pelo mundo, pois nele está contido a vida. Quando falo no mundo não é apenas nosso planeta, mas o cosmos (universo). Que o mundo se apaixone por mim, porque já sou apaixonada pelo mundo. Podem me criticar, sou como a ciência que está sempre aberta para novas teorias. Como gostaria de conhecer um cientista para ser meu amigo! Sou uma mulher de vanguarda não tenho pensamento de senso comum, estou sempre procurando coisas novas para melhorar ainda mais meu modo de refletir e refratar sobre o maravilhoso mundo.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

UM POUCO SOBRE MIM

Sou uma mulher que revoluciono meu ser todos os dias, fazendo a metamorfose ambulante sem cessar. Muitas pessoas querem saber
quem sou eu, por essa razão vou relatar um pouco sobre mim. O momento agora está pertinente porque já completei meio século de vida, graças à mãe natureza. Nasci numa data muito linda, no dia 12 de outubro de 1964, nesse dia comemora-se o "Dia da Criança" e o dia da Padroeira do Brasil e dos cristãos católicos. Mas, para mim, o que considero magnifico mesmo é esse dia ser especial para todas as crianças. Considero-me eternamente criança: sou extrovertida, sensível, sorridente porque sorrir para mim é chorar de uma forma alegre, choro também igual criança quando sou magoada, mas também sou fácil de esquecer as mágoas como uma criança ingênua. Minha personalidade é firme e de muita originalidade, digo isso, porque pessoas que convivem comigo falam isso para mim, elas testemunham. Nasci no sítio Lagoa Seca município de Nova Cruz, sou uma pessoa que não me envergonho de dizer onde morei, minha originalidade começa por revelar minha idade e aonde nasci. É tolice negar nossa originalidade porque nascer no interior do interior não significa caipira. Sou uma pessoa de vanguarda porque observo o pensamento da maioria das pessoas e percebo muitas caretices delas em relação a vários pensamentos sobretudo sobre sexualidade, etnia, religiosidade e dentre outras coisas que geram desconforto ao senso comum. Acredito que meu modo de ser é exorbitante e muitas vezes me sinto meio excluída, mas não sei ser o que os outros almejam de mim. Sou Valdélia de Barros da Rocha morrerei macia como a argila e firme como uma rocha segundo minha personalidade. Não sou uma mulher como diz no popular viajada que conheço muitos lugares, minhas condições nunca me permitiram isso, mas nunca me impediu de saber sobre o mundo que me rodeia porque desde criança aprendi a voar nas asas de papel, gostava muito de ler o dicionário e também de ler a bíblia para depois filosofar sobre as coisas que eu não concordava. Debatia sozinha; comigo mesma porque se eu fosse procurar alguém da minha família seria muito constrangedor por as pessoas não compreenderem meus pensamentos filosóficos. Então, a viagem nas asas de papel me deixou muito racional, consciente sobre tudo que causa espanto ao senso comum. Meu presente de infância que mais gostei foi o livro AS MAIS BELAS HISTÓRIAS da minha mãe Amélia Alice de Barros, esse livro me deixava fascinada pelas fábulas e contos de fadas. Hoje temos a magnifica internet que viajo virtualmente, acho ridículo ver tantos adolescentes e jovens tão sem estímulo para estudar. Desde criança também gostei de observar a natureza e representá-la por meio do desenho, em 1970, eu desenhava a roupa da moda: calças de boca de sino como eram chamadas na época, calçados extremamente altos do jeito que ainda hoje sou apaixonada. Eu era uma garota franzina e muitas ficava fragilizada por gripe e até eu sofria de um tal cansaço respiratório, mas minha mãe com sua sabedoria popular e também a científica principalmente, procurou me curar desses males que é tão terrível para uma criança. Hoje, sou uma mulher saudável em relação as doenças respiratórias com resfriados ou gripes, essas passam por longe de mim. Sou filha de Amélia Alice de Barros professora aposentada e de Valdemar Antonio de Barros funcionário agente de portaria (aposentado) da UFRN _ Universidade do Rio Grande do Norte. Meus pais conceberam sete filhos cujo nomes são esses: Aluísio, Ozana, Ozaneide, José Jeová, Valquíria e Valderi esse dois últimos são os caçulas, mas o último é o irmão mais novo de todos, eu sou a filha mais velha dos meus pais. Casei aos 23 anos de idade com Sebastião Olímpio da Rocha a partir de nosso enlace atrimônio foi concebido nosso filho Semaarcoyres de Barros da Rocha, cujo nome me inspirei no arco-íris tendo em vista uma bela e forte simbologia: céu, mar, decomposição solar, aliança de deus e ainda complementando-se com o barro e a rocha formando tudo que existe na natureza representando o conjunto universal. Também erradicando o preconceito de gêneros. Iniciei minha carreira de artista visual (plástica) em 1987, minha primeira pintura foi um desafio muito grande porque iniciei com a técnica pintura a óleo que não é nada fácil para um principiante, mas eu fui autodidata e adorei me aventurar-se a pintar sem orientação nenhuma. Uma das coisas que me marcou profundamente foi o quadro Grito de Alerta que participou e ganhou em primeiro lugar na modalidade de pintura, isso aconteceu no 1º Encontro de Arte em 1999, promovido pelo artista plástico Clóvis Avelino e patrocinado pela prefeitura municipal de Nova Cruz/RN na gestão do prefeito Targino Pereira. Após isso, me ocorreu outra felicidade, fui aprovada no vestibular da UnP _ Universidade Potiguar de Natal _ curso de Educação Artística. Em 2006 fui aprovada no concurso para professores de Arte, ficando assim, com dois vínculos no Estado porque eu já lecionava no primeiro vínculo. Estou fazendo pós-graduação em HISTÓRIA, CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA cuja graduação me influenciará muito na minha produção artística expondo a cultura afro-brasileira para erradicar preconceitos que são tão arraigado na sociedade brasileira. Estou muito feliz por está relatando um pouco sobre mim e que ajudará também para as pesquisas dos colegas universitários e alunos das escolas que buscam conhecer os artistas da terra novacruzense.
  

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

ENSINAR É UMA ARTE

Na verdade, ensinar é uma arte que pincela e esculpe cérebros
transformando-os em uma grande obra de elevada importância. O professor é o artista mais ousado que existe porque vai esculpir, modelar e pintar pensamentos de modo a se tornar real por meio de suas técnicas estratégicas. Ser professor principalmente no Brasil, é ser um verdadeiro artista e daqueles sobrevivem fazendo seus trabalhos na rua; não igual aos da mídia que fazem qualquer asneira e, já é artista consagrado pela massa hipócrita que não entende na sobre o que é um verdadeiro artista. Pois, o professor é o artista que faz malabarismo com seu salário, faz mágicas para atrair o aluno para sala de aula sem condições favoráveis para desenvolver as aulas como deseja. As escolas são estilos jesuíticos e muitas vezes  as coisas funcionam a base da improvisação porque não existe lugar adequado: um ambiente (espaço) é para ser multiuso, ou seja, serve para desenvolver várias atividades, mas da seguinte  forma, para que não atrapalhe as atividades de outra área de conhecimento tem que haver um acordo entre os professores. Na verdade, a minha escola ainda é uma das melhores, mas acontece que há muitos anos

seu sistema de instalação elétrica está muito à desejar,a telessala não funciona mais devido a instalação elétrica, está funcionando no auditório; esse antes nem existia, agora temos e é uma alternativa para que possamos fazer pelo menos algumas aulas diferentes. Eu, Valdélia de Barros da Rocha leciono há 23 anos, acredito que além de ser artista plástica, acredito que ensinar é um das artes mais difíceis do mundo porque é muita responsabilidade tomar conta de lapidar mentes que não é nada mole. Fico muito feliz quando vejo meus alunos no laboratório de artes visuais ambiente que lutei reclamando todos os
dias para ele passasse a existir, hoje graças as minhas implicações ele existe, atazanei muito a minha ex-gestora Sônia Ferreira para que ela deixasse uma sala-ambiente para o fazer artístico do aluno ser desenvolvido num ambiente tranquilo sem aquele de improviso, nas salas teóricas onde o aluno fica preocupado para terminar sua atividade as pressas devido o horário ser para outra área de conhecimento. A escola onde leciono chama-se Escola Estadual Rosa Pignataro _ ensino fundamental e ensino médio. Ela é uma boa escola, mas necessita de melhoras para que nós professores possamos dar aulas com qualidade, pois faz muita diferença. Hoje trabalhei a música Aquarela do cantor toquinho no 6º ano "C" & 7º "B" com muito cuidado para não fazer barulho para outras turmas, os alunos gostaram muito porque eles gostam de novidades, mas na maioria das vezes não dar certo realizar aulas excêntricas, as chamo assim porque elas não convencionais. Estou exibindo duas lindas garotas que ficaram muito felizes por terem participado da aula de escultura em sabão, a aluna Paola Alcilayne está segurando uma escultura abstrata produzida por ela, olhando seu semblante expressa um grande êxtase e também em mim porque lapidei seu cérebro desafiando minha capacidade artística segundo a arte de ensinar. Portanto, ensinar é uma arte!

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

NÃO ADIANTA SUBSTITUIR OU NEGAR

A ORIGEM DO HALLOWEEN

"O Halloween surgiu do Samhain, um festival celebrado a mais de 2. 000 anos celebrado pelos celtas, povo que habitava as regiões onde hoje estão a Irlanda e o norte da França. Acontecia em 1º de novembro e comemorava o fim do verão e das colheitas. Acreditava-se que, na véspera, os espíritos retornavam. Para que as
almas não se apossassem de seus corpos, as pessoas usavam máscaras e se vestiam de demônios. Por volta de 43, os romanos conquistaram o território e trouxeram 2 rituais que se associaram à festa: a Feralia, sua versão para o dia dos mortos, e o Pomona, em homenagem à deusa de mesmo nome, protetora das frutas e das árvores. No século VII, o papa Bonifácil IV decretou, em 1º de novembro, o Dia de Todos os Santos, na tentativa de substituir o Samhain. A véspera era All Hollow Eve [noite de todos os espíritos], que deu origem ao nome Halloween."
Revista dos Curiosos

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

NENHUMA CULTURA É PURA

Voar na imaginação...
Toda cultura sofre influência de outra, por essa razão, devemos respeitar todas elas. Não adianta negar a existência de outra sobrepondo a convencional, a que pensa-se ser a melhor ou mais importante, isso é coisa para o senso comum. Estou fazendo apologia as culturas excêntricas porque elas são marginalizadas pelas culturas que se acham superior. Nenhuma cultura é superior a outra. Outra coisa que saliento nesta postagem é que, hoje em dia não dá mais para negar nada, pois vivemos no mundo virtual, e, ele é muito veloz, nessa velocidade da era virtual, ele torna-se mágico. Não podemos ocultar a verdade da existência de culturas ancestrais, e, nem muito menos fingir que não temos a curiosidade sobre elas. Sou uma pessoa que gosto de erradicar preconceitos de qualquer gênero. Fico indignada quando alguém discrimina qualquer coisa que seja contra as religiões pagãs, ou seja, que não estejam ligadas ao cristianismo. O cristianismo é o que mais procura subestimar as religiões de outras
Educando com transformação é o melhor
veículo para os conhecimentos
científicos
culturas, porém acho isso muito invasor, se pregar a união deveria não invadir o espaço de outrem. Na realidade, nesta postagem quero dizer que, todas as culturas sempre foram invadidas por outras, por exemplo, os egípcios influenciaram  os gregos nas diversas manifestações culturais, os gregos e etruscos influenciaram os romanos,  e  esses influenciaram  os celtas,  impondo suas crenças cristãs e etc.  Então, devemos ampliar nossos conhecimentos e não ficar esconjurando as culturas ancestrais onde essas valorizavam as forças da natureza e associando as suas crenças religiosas. Admiro a religião pagã WICCA por está intimamente liga à natureza e ao feminino. Estou para realizar o HALLOWEEN na escola Estadual Rosa Pignataro _ ensino fundamental e médio _ Nova Cruz/RN, mas por que vou fazer isso, se não pertence a nossa cultura? Por um motivo muito "simples", porque o ambiente escolar é o maior veículo que pode
Ensinar com transformação é mágico.
conduzir o conhecimento sobre o que a maioria desconhece e teme conhecer por ignorâncias impostas por culturas que se acham dona da consciência das pessoas. Outro motivo é que, temos um mundo repleto de informações que muitas vezes torna-se  complexos as

diferentes formas de divulgação do conhecimento e, às vezes, conduz ao preconceito da discriminação. A educação escolar têm que acompanhar a velocidade mágica do mundo virtual, não pode deixar de está interligada ao mundo por meios tão vastos como que está sendo comentado por mim. Nossa cultura brasileira ainda está muito atrasada em relação aos conhecimentos científicos, há muitos resquícios do tradicionalismo impostos pelo jesuitismo, quando eu falava em fazer o Halloween muitos colegas profissionais vinham  com desculpas de que esse tal evento é festa demoníaca e dentre outras aberrações. Embora, eu já realizei um Halloween na mesma escola que leciono, mas como havia eleição para diretor ficou bem mais favorável, percebi a aceitação do evento graças a isso, senão eu iria encontrar barreiras para não
Criança participando de uma Feira de Conhe-
cimento Literário da Escola Modelo
Gestora Marizete Soares
realizá-lo. Não foi apenas entretenimento, foi conhecimento porque contei principalmente a origem do Halloween, e assim, será nesse outro também, carrego sobre mim uma enorme responsabilidade de conscientização sobre as culturas excêntricas, mas esse deve ser o papel de todo professor ou professora ensinar que o mundo não é limitado e que, toda cultura deve ser valorizada independe da nossa. Portanto, ensinar não é apenas restrito a sala de aula, mas fora dela também.